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Mamé Shimabukuro, paulistana. Sempre teve uma profunda ligação com o fazer manual, com a arte popular brasileira e com o minimalismo oriental, procedentes da sua descendência.

 

Formou-se em 1991, pela FAAP, em Design de Interiores. Em 1992, estudou Interior Construction na Parson’s School e Lighting Design na School of Visual Arts, ambas em Nova York. No momento, cursa Ciências Sociais na PUC-SP como estrutura para o seu trabalho de curadora independente. Trabalhou durante 18 anos com arquitetura de interiores.

 

Como curadora e produtora, realizou algumas exposições individuais de artistas plásticos como Lucio Carvalho, Renato Imbroisi, Danilo Blanco, entre outros.

 

Em 2014, foi uma das 20 curadoras do primeiro laboratório de curadoria do MAM sob coordenação do curador Felipe Chaimovich, um Projeto de Curadoria Coletiva, que originou a exposição #140 caracteres.

 

No mesmo ano, idealizou o Trans Forma Ação, projeto que visa, através de happenings nas ruas, acionar o sensível da relação inerente entre as pessoas e a cidade em que habitam.

 

Atualmente está envolvida com o roteiro e direção do documentário Minha Sorte é o Olho que eu Tenho, sobre uma das maiores coleções particulares de arte popular do país e aguarda a realização da exposição itinerante Quando a Vida é uma Euforia - o Carnaval de Recife por Joana Lira, projeto que assina a concepção e curadoria, para o próximo ano.

 

Acredita na intuição como princípio e formação para todas as relações.